Fundos Imobiliários (FIIs) ou ARI?
FIIs e ARI atacam o mesmo desejo, renda mensal com lastro imobiliário. Muda a posição que você ocupa e o que acontece com o valor da sua cota.
Onde o ARI leva vantagem sobre Fundos Imobiliários (FIIs)
| Critério | Fundos Imobiliários (FIIs) | ARI |
|---|---|---|
| Retorno | Dividend yield variável, redefinido pela gestão | 1,5% a 3% ao mês, estimado |
| Lastro e garantia | Cotas de um fundo. Você é cotista, não dono do imóvel | 200% do investido em unidades registradas em cartório, mais um imóvel físico reservado em seu nome |
Renda imobiliária que não depende da cotação da cota
Fundos imobiliários e ARI nascem do mesmo desejo legítimo, o de receber renda recorrente com lastro em imóvel, e é por isso que a comparação aparece com tanta frequência. A diferença começa na posição que o investidor ocupa. Quem compra um FII não se torna dono de imóvel algum: torna-se dono de cotas de um fundo que possui imóveis, e essas cotas são precificadas em bolsa todos os dias, ao sabor do humor do mercado, das taxas de juros e do fluxo de compradores e vendedores.
Essa distinção tem consequência direta sobre a renda. O dividend yield de um FII é variável por natureza e responde a vacância, inadimplência de inquilinos, custos de manutenção, novas emissões que diluem a posição e decisões discricionárias da gestão sobre quanto distribuir em cada mês. É um rendimento revisado periodicamente por terceiros. No ARI a regra de retorno está escrita em contrato antes do aporte, com faixa estimada de 1,5% a 3% ao mês e opção de recebimento mensal ou no vencimento, e não é reescrita mês a mês.
O comportamento do principal também separa as duas estruturas. Um FII pode desvalorizar com todos os aluguéis rigorosamente em dia, porque o preço da cota responde ao mercado e não ao imóvel. O investidor assiste ao patrimônio encolher sem que nada tenha falhado na operação. A garantia do ARI não é cotada: são 200% do valor investido em unidades registradas em cartório e um imóvel físico reservado em seu nome, proteções que não oscilam com o pregão e não dependem de quantos compradores apareceram naquele dia.
Há, por último, a questão da etapa do ciclo. A maior parte dos fundos de tijolo compra imóvel pronto e vive do aluguel, o que significa entrar depois que a maior parte do valor já foi criada e pagar o preço de mercado por ela. O ARI entra antes, na fase de incorporação, exatamente onde a margem do ciclo se concentra, e faz isso em grupos restritos de 8 a 17 investidores, com governança preservada e alinhamento direto com quem executa a obra no litoral catarinense.
Por que o ARI ganha
Renda contratada contra renda que a gestão redefine
O rendimento de um FII muda com vacância, inadimplência e decisão do gestor. No ARI a regra de retorno está no contrato e não é revisada mês a mês.
A cota marca a mercado, a garantia em cartório não
Um FII pode desvalorizar com os aluguéis todos em dia, porque o preço da cota responde ao mercado. A garantia do ARI não depende de cotação.
Imóvel pronto contra fase de incorporação
A maioria dos FIIs de tijolo compra pronto e vive do aluguel. O ARI entra antes, na etapa que concentra a margem do ciclo.
O ARI opera por seleção
São de 8 a 17 investidores por operação. Envie sua candidatura e nossa equipe de estruturação avalia o seu perfil antes de apresentar a operação disponível.